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Postado 10 de fevereiro de 2016 às 06:03 hs

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Mujica quer se aposentar; Raul Castro também

Postado às 01:35 hs

Pepe

O ex-presidente do Uruguai, José "Pepe" Mujica, disse ao jornal La República que "Fidel  já deixou o governo. E, agora, Raúl também sairá. Segundo Pepe, o atual presidente de Cuba tomou a decisão. "Ninguém controla a biologia, é preciso respeitá-la porque ela é determinante", comentou Mujica sobre os irmãos Castro, de Cuba.

O próprio Mujica deve seguir medida parecida à tomada, segundo ele, pelo companheiro político cubano. Aos 80 anos, Mujica pretende deixar a liderança da bancada de governo no Senado em abril.

"A esta altura da minha vida, tenho de aspirar a viver um pouco mais. Se assumo responsabilidades que sei que fisicamente são muito pesadas e acabaram por me esgotar, a única coisa que estou fazendo é precipitar o dia em que entrarei no cemitério", afirmou.

José Pepe Mujica também descarta a possibilidade de ter uma nova candidatura nas próximas eleições presidenciais no Uruguai, marcadas parar 2019, informa o portal HuffPost Brasil.

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Antônio Henrique é esperado com festa

Postado às 00:47 hs

Familiares, amigos e correligionários políticos preparam uma grande festa de retorno do prefeito Antonio Henrique a Barreiras. Quase dois meses longe do município, para tratamento médico, Antônio, que faz 71 anos em junho, deve chegar na sexta-feira, 12. A festa para Tonhão começa já na chegada do alcaide ao aeroporto da cidade, por volta das 16h, onde uma carreata o acompanhará até o Bartira Fest, na Barão de Cotegipe, quando, no fim da tarde, líderes religiosos celebram um culto ecumênico. De acordo com informações de familiares, Antonio Henrique reassume o comando da prefeitura de Barreiras na segunda-feira, 15.

 

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Carnaval agita Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia

Postado 8 de fevereiro de 2016 às 21:33 hs

CARNALEM

Dois dias de muita festa. Assim foi o final de semana de carnaval em Luís Eduardo Magalhães. De volta ao calendário de eventos do município, o Retrôfolia fez a alegria dos foliões que foram à Praça Sérgio Alvim Motta nas noites do sábado e domingo, 06 e 07 de fevereiro. À tarde do domingo ainda reservou espaço para a criançada curtir o Kids Folia.

A programação contou com a escolha do Rei Momo e Rainha, adulto e mirim, participação de blocos culturais, além dos shows das bandas Kaka Rius, Bote Pressão, Novo Hit, Afrodisíaco e Talita Sampaio.

CARNALEM 2

“O Retrôfolia deste ano, mais uma vez, foi feito com todo carinho, com objetivo de resgatar a tradição do carnaval na nossa cidade, desde o carnaval das antigas e das marchinhas ao carnaval de rua, oferecendo assim entretenimento e opção para a população”, comentou a secretária de Cultura e Turismo, Janne Schlosser.

Para garantir a segurança e o bem estar do folião, Polícia Militar e Guarda Municipal mantiveram homens posicionados em toda extensão da praça e uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) se manteve de prontidão durante toda festa.

 

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Da boca de fumo para farmácia

Postado às 18:27 hs

Nuño Domínguez | El País

Maconha

"O sexo nos levou à droga". Assim resume José Antonio Ramos Atance a maneira pela qual se tornou o pioneiro no estudo dos compostos da maconha na Espanha. Dentro do cérebro, a substância psicoativa da Cannabis, o THC, parecia ter um comportamento semelhante ao do estradiol, um hormônio sexual feminino. A conexão fazia sentido. "O hormônio funciona como uma droga para o homem e para os machos de outras espécies", explica Ramos, sentado em sua sala na Universidade Complutense de Madri.

Em 1986, ele fundou o primeiro grupo de cientistas da Espanha especializado no estudo dos chamados canabinoides – as dezenas de substâncias contidas na maconha. Trinta anos depois, seu departamento já trabalha no desenvolvimento de medicamentos baseados na Cannabis contra a epilepsia infantil e tumores cerebrais muito agressivos.

Ramos acaba de publicar o livro Historias del cannabis ["História da Cannabis", em tradução literal], no qual reúne suas memórias de pesquisador e se pergunta por que foram necessários mais de 150 anos para que o Ocidente redescobrisse as possibilidades médicas guardadas na planta. O estigma associado a essa droga não ajudou muito.

No século XIX, o uso medicinal da Cannabis era muito amplo. Cobria desde o controle da caspa ao alívio de dores de cabeça, manias, insônia, doenças venéreas, coqueluche, dores de ouvido e tuberculose

Em 1999, Isidoro Álvarez, o falecido presidente do El Corte Inglés, a maior rede de lojas de departamentos da Espanha, espumou de cólera ao pensar que estava abrigando um congresso de usuários de maconha a favor de sua legalização, conta Ramos. A irritação começou a descer a hierarquia até chegar aos ouvidos de Ramos, organizador do encontro, justamente quando ele levava os convidados para o salão de atos da Fundação Ramón Aceres, da qual Álvarez era o diretor.

Na realidade, tratava-se do primeiro congresso científico realizado na Espanha sobre os canabinoides e sobre o sistema endocanabinoide, que fabrica substâncias semelhantes às da maconha dentro de nosso cérebro para regular funções fundamentais, como a memória, a dor e o comportamento.

"Esse sistema era, na época, um desconhecido para a maior parte da comunidade científica", lembra Ramos. Por isso, ele convidou os maiores especialistas internacionais no assunto para que "apresentassem em conjunto" suas pesquisas. Ramos conta que naquela manhã, o jornal ABC, havia publicado um editorial intitulado Não abram a caixa de Pandora, que criticava duramente o encontro e que chegou aos mãos do mandachuvas das lojas de departamentos. "Como a palavra ‘canabinoide’ deriva de Cannabis, o perspicaz conselho editorial do Abc, ou pelo menos alguns de seus membros, interpretou que a reunião trataria da maconha. Eles consideraram que o que se conseguiria com o encontro seria abrir uma nova frente na luta que se travava, na época, pela legalização do consumo da substância", além de "acender alguns baseados", recorda Ramos.

Maconha para a rainha

Separar a pesquisa do uso recreativo da maconha tem sido difícil desde sempre. O homem que trouxe a Cannabis para a Europa como medicamento se chamava William Brooke O’Shaughanessy. Em 1831, ele foi contratado como médico da Companhia das Índias Orientais, cujo "objetivo inicial foi o de dar uma aparência de legalidade à atividade dos corsários ingleses do Oceano Índico", relata Ramos. Durante sua convivência com médicos locais na Índia, O’Shaughanessy observou que o uso que eles faziam dos preparados de maconha conhecidos como Bhang, Charas e Ganja. "O uso medicinal da Cannabis era muito amplo. Cobria desde o controle da caspa ao alívio das dores de cabeça, manias, insônia, doenças venéreas, coqueluche, dores de ouvido e tuberculose", escreve Ramos, que é catedrático do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da Complutense.

O’Shaughanessy foi o primeiro a demonstrar experimentalmente o fundamento fisiológico de algumas dessas aplicações, primeiramente em animais e depois em seres humanos. O médico britânico dissolveu extratos de resina de maconha em etanol e ministrou doses a pacientes com tétano, reumatismo, raiva, cólera e delirium tremens. A elevada concentração de THC nos primeiros preparados provocaram efeitos colaterais em alguns pacientes, como catalepsia ou um "comportamento incontrolável". "Após diminuir a dose, foi verificado um alívio da dor, um aumento do apetite e um estado mental de alegria", conta Ramos. Também foi demonstrado que a tintura de Cannabis controlava as convulsões e os espasmos associados à raiva e ao tétano.

"Repercutiu muito entre os médios o caso de um bebê de 40 dias de idade, a quem a aplicação da tintura de Cannabis fez desaparecer as convulsões que tinham se manifestado depois de seu nascimento".

O’Shaughanessy voltou a seu país em 1841 e trouxe consigo todo esse conhecimento. Outros médicos corroboraram sua utilidade, e recomendaram seu uso, inclusive o médico pessoal da rainha Vitória. O uso terapêutico da tintura de Cannabis se espalhou rapidamente pela Europa e pelos Estados Unidos como analgésico, para facilitar o parto e ainda contra o cólera, entre outros.

"Apesar de todos os seus efeitos positivos, o uso da maconha foi eliminado da farmacopeia britânica em 1932", relata Ramos. "Dez anos depois, o mesmo ocorreu nos Estados Unidos e, anos mais tarde, na farmacopeia indiana. A controvérsia existente naquele época sobre suas ações alucinógenas eclipsou seus possíveis usos médicos". Também contribuiu para isso a chegada dos opiáceos injetáveis, que eram considerados mais fáceis de usar e mais eficientes.

‘Nevaditos’ na universidade

No início da década passada, Ramos voltou a encontrar problemas. Havia criado um curso de livre configuração dirigido a médicos, no qual se explicavam os fundamentos bioquímicos dos canabinoides e o que se conhecia sobre seus efeitos neurológicos. A classe lotou rapidamente, mas principalmente de jovens de outros cursos que queriam explorar as drogas. O curso se tornou um intercâmbio de informações no qual o professor tirava as dúvidas dos alunos sobre as diversas substâncias, e, em troca, aprendia com eles outros usos para além da sala de aula. "Foi assim que o professor ficou sabendo que ‘farlopa’ era um dos nomes dados à cocaína" ou que "um ‘nevadito’ não era um sabor de sorvete nem um delicioso doce de massa folhada, mas sim o cloridrato de cocaína fumado [...], ou um cigarro de maconha misturado com cocaína", escreve.

O catedrático se tornou um especialista em THC e em seus efeitos neurológicos, e ainda na aplicação terapêutica de outros compostos descobertos posteriormente. Além disso, divulgou o assunto em universidades, associações de pacientes e centros de ensino. Também foi membro do Observatório Regional sobre a Dependência de Drogas da Comunidade de Madri e colaborou com o Plano Nacional sobre Drogas espanhol.

Foi preciso quase um século para que o Ocidente voltasse a experimentar com os usos médicos da maconha. Em muitos casos, sua utilização foi impulsionada por pais desesperados que dão a seus filhos óleo de Cannabis porque não respondem a nenhum medicamento conhecido, mas sim a alguma substância da maconha. O canabinoide mais interessante nesse campo não é o THC, e sim o canabidiol (CBD), que não causa nenhum efeito psicoativo. Os resultados foram semelhantes aos daquele bebê de 40 dias do século XIX, e animaram algumas empresas farmacêuticas a se lançarem na redescoberta dos compostos da maconha como fármacos.

A Espanha está atuando como protagonista nesse campo, tanto nos ensaios clínicos contra a epilepsia em crianças como na área de pesquisas. O mesmo departamento que Ramos fundou na década de oitenta hoje lidera o uso de canabinoides para reduzir o avanço de gliomas cerebrais e tumores da mama, apesar de a atividade continuar sendo difícil. "Ainda há muitos obstáculos na investigação médica desses compostos", afirma.

Em seu livro, o professor confessa que, perguntado por uma pessoa na plateia de uma de suas palestras, ele reconheceu nunca ter fumado um baseado. "Como o senhor pode pesquisar sobre a maconha se nunca experimentar?", cutucaram. Ramos se saiu bem perguntando se os pesquisadores do HIV também deveriam seguir essa lógica.

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Jornal francês relata o espírito escravagista do brasileiro

Postado às 17:28 hs

O jornal Le Monde do último sábado (06/fev) traz uma reportagem a respeito das mudanças de costumes no Brasil com a nova legislação que confirma direitos trabalhistas a empregados domésticos. O diário lembra que isso vem causando mal-estar em uma sociedade marcada pelo passado escravagista.

O periódico europeu começa a análise contando a história tão comum de uma empregada doméstica, vinda do interior do nordeste, que passou décadas trabalhando na casa de uma família em São Paulo, sem projetos de futuro ou vida própria.

A correspondente compara o cenário a uma realidade francesa do século 19, tomando como exemplo Françoise, personagem do escritor Marcel Proust, que se inspirou em sua própria empregada doméstica.

Mas no Brasil do século 21, os direitos adquiridos pelas domésticas – que na maioria dos casos são mulheres, negras e com escolaridade limitada – “chocam a pequena burguesia”, de acordo com Le Monde.

O jornal francês conta que, com o fim da escravidão, em 1888, muitos ex-escravos viraram serviçais. Esse tipo de trabalho não foi levado em conta na Consolidação das Leis Trabalhistas, de 1943. Os avanços reais só vieram nas décadas de 1970 e com a Constituição de 1988. A atividade finalmente se tornou uma profissão apenas com a emenda de 2013 e a lei de 2015.

Citando vários analistas e até o filme “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, a correspondente francesa decodifica essa relação entre “patrões benfeitores” em relação a empregados “considerados como parte da família”. Segundo a jornalista, essa dinâmica que contradiz a tese do antropólogo Gilberto Freyre de que o racismo seria menor em uma sociedade mestiça.

Eu mesmo já vi inúmeras pessoas, todas integrantes da fina flor da sociedade de Barreiras, se queixando das obrigações trabalhistas com domésticas e babás. A maioria absoluta culpa o governo por ter de pagar salário mínimo, Fundo de Garantia, férias e décimo terceiro aos seus empregados. Essas pessoas são as mesmas que condenam o Bolsa Família pela dificuldade em contratar e manter uma escrava em suas casas. Esse mesmo grupo de pessoas tem pegado em panelas para protestar contra a corrupção no país. Viva o seletismo moral do brasileiro! (Fernando Machado)

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Tonhão retorna a Barreiras na próxima semana

Postado 5 de fevereiro de 2016 às 03:41 hs

Tonhão

 

De acordo com informações de familiares do prefeito licenciado de Barreiras, Antonio Henrique retorna ao município no próximo dia 12. Tonhão está em Salvador, onde se recupera de uma cirurgia cardíaca realizada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no fim da primeira quinzena de dezembro. No último dia 30, Antonio esteve na igreja do Senhor do Bonfim, na capital baiana, como demonstra a imagem ao lado.

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