Governos dos Estado e Municipal discutem modelo de gestão do Distrito Industrial de Barreiras

Postado 27 de maio de 2016 às 10:27 hs

Polo

O prefeito de Barreiras, Antonio Henrique, o deputado Antonio Henrique Júnior e uma comissão de empresários do Distrito Industrial de Barreiras reuniram-se nesta quinta-feira (25) com Jairo Vaz, diretor-presidente da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado da Bahia (Sudic).

O encontro teve como objetivo tratar das questões de gestão e manutenção que envolvem o Distrito Industrial da maior cidade do Oeste da Bahia. O superintendente trouxe aos empresários e aos gestores públicos a nova proposta do Governo do Estado para a administração dos distritos industriais de todo o estado.

De acordo com Vaz, o governo pretende ceder a responsabilidade pela gestão dos distritos aos municípios e às associações de empresas dos respectivos distritos. Nesse caso, as empresas instaladas ficam isentas do pagamento da taxa mensal de manutenção e podem planejar e executar por conta própria as melhorias necessárias.

“Acredito que essa é a melhor solução. Quem utiliza e está no distrito todos os dias sabe melhor do que ninguém quais são os seus problemas, então é fundamental que o planejamento das ações seja feito por eles. Da mesma forma, esse grupo terá autonomia para realizar as intervenções necessárias contando com o apoio do município e do Governo do Estado”, afirmou o deputado Antonio Henrique Júnior.

O Governo do Estado assinará acordo de cooperação técnica com empresários e os municípios. O prefeito Antonio Henrique e a comissão que representa o distrito de Barreiras se reunirão para discutir ações iniciais e planejar as próximas etapas desse processo.

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“Lógica matopibaiana”, por Martin Mayr

Postado às 09:26 hs

O agrônomo Evaristo Eduardo de Miranda é coordenador do grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Embrapa. Destaca-se como uma das principais mentes subsidiárias do Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba, decretado em 6 de maio de 2015, pela presidência da República, Dilma Rousseff.

Na abertura da XII Bahia Farm Show em Luís Eduardo Magalhães, Evaristo Miranda apresentou o seu olhar sobre as “Potencialidades e Desafios na Região Matopiba”, focando a região do oeste baiano. Lançou duas afirmações altamente controversas. A primeira diz respeito à questão hídrica na nossa região. Para o idealizador do plano Matopiba, a solução dos problemas em torno da crescente escassez e da má distribuição das águas no oeste baiano chama-se mais irrigação. Evaristo Miranda optou, com ênfase, pela exploração otimizada e progressiva dos mananciais da região. Na compreensão dele, é antes de tudo a precariedade do sistema elétrico que responde pelos problemas hídricos no cerrado baiano. O resto se resolveria com direções propícios do “El Ninho” nos mares pacíficos. Em momento nenhum, o estrategista chefe do projeto Matopiba fez referência aos perigos de comprometimento, degradação e esgotamento dos aquíferos, mananciais e cursos d´água no cerrado baiano. Ademais, a importância vital das águas por aqui nascidas para a sustentação do Rio São Francisco não apareceu na lógica matopibaiana do celebre palestrante da Bahia Farm Show.

A segunda afirmação dele, feita à frente da plateia surpreendida do “Forum Canal Rural”, é que não havia conflitos violentos de terra no oeste baiano. Acho muito improvável que a Embrapa não tenha conhecimento dos graves conflitos agrários que constam na Ouvidoria Agrária Nacional e nos Ministérios Públicos Federal e Estadual. Cito os seguintes exemplos: “Gleba Campo Largo – Fazenda Caracol”, nos municípios Cotegipe e Mansidão; “Fazenda Nova Selva”, município de Cotegipe; “Condomínio Estrondo”, em Formosa do Rio Preto; “Fazenda Santa Maria – Canabrava Ltda.”, também em Formosa do Rio Preto; “Fazenda Boqueirão – Baixões”, nos municípios Barra e Mansidão; “Fundo de pasto Jacurutú, Mutum et alii”, Santa Maria da Vitória; “Fecho de pasto Couro de Porco et alii – Fazenda Planta 7”, em Correntina; “Larga Porteiras de Santa Cruz”, nos municípios de Serra Dourado e Baianópolis... Saliento que referida relação de conflitos violentos está muito longe de ser completa. Temo que os conflitos por terra e água no Cerrado baiano tenham mais tendência a aumentarem do que diminuírem.

Por que Evaristo Miranda omite essa realidade? Porque esconde a notória preocupação em relação ao rebaixamento dos rios e do aquífero Urucuia? Na minha leitura, há uma explicação somente: o Plano Matopiba – concorrente de planos parecidos mundo a fora - visa aduzir rios de capital privado (principalmente do exterior) à região, para ser investido na agropecuária intensiva, mineração e geração de energia. Conflitos sociais e problemas ambientais não ficam nada bom no retrato do Matopiba apresentado aos investidores almejados. Mas é certo um cientista conceituado da Embrapa fazer papel de marqueteiro?

Não obstante, Evaristo Miranda alertou que contraposições ao presente plano Matopiba significariam “a volta ao paleolítico”. Defendeu – pelo que compreendi das ideias dele – que devia ser feito mais do mesmo que tem sido feito até agora. “Para os problemas novos haverá novas soluções”, tranquilizou. Nesta lógica, não há problema de gerar problemas.

O mundo vem acordando para a compreensão que é justamente essa exaltação tecnocrática que levou a Terra à beira do colapso. Papa Francisco se faz porta-voz de uma ecologia integral que põe em questão os modelos subjacentes de desenvolvimento, produção e consumo. Cabe citá-lo, também em vista do que se projeta na região do Matopiba: “A terra nos é dada. Não podemos pensar apenas a partir do critério utilitarista de eficiência e produtividade para o lucro individual: ela pertence também àqueles que hão de vir” (Laudato Si´, n. 159).

 

Martin Mayr

Diácono Permanente da Diocese de Barreiras

Coordenador Geral da Agência 10envolvimento – Barreiras /Bahia

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Santa Rita de Cássia tem nova oportunidade de mudança

Postado 26 de maio de 2016 às 17:51 hs

KenoTerceiro colocado nas eleições de 2012, com mais de 25% do votos, Keno de Dedé (PSD) deverá ser novamente candidato a prefeito de Santa Rita de Cássia. O empresário pode enfrentar nas urnas o ex-prefeito do município, Romualdo Setúbal (PP), que há 20 anos disputa e divide o poder na cidade com a família Aragão. Diferente do último certame eleitoral, quando Keno ousou disputar o comando da municipalidade contra os dois tradicionais grupos políticos de Santa Rita de Cássia, desta vez o jovem líder popular poderá contar com apoio do atual prefeito do município, Joaquim Geraldo (PMDB).

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Nota pública do vice-prefeito eleito de Formosa do Rio Preto, Gérson Bonfantti

Postado às 17:07 hs

Já foi noticiado pela imprensa que o prefeito Jabes Júnior foi afastado do cargo por decisão do Tribunal de Justiça. Isso aconteceu de fato na terça-feira, dia 24, quando ocorreu a publicação da decisão no Diário Oficial.

Além da publicação, o desembargador ordenou, somente no dia 25, que fosse efetivada a intimação pessoal através de oficial de Justiça para que a transmissão da administração aconteça efetivamente.

Acontece que o prefeito afastado não foi encontrado, nem foi possível transmitir via fax, apesar dos esforços da Justiça.

Sou vice-prefeito, também eleito pelo povo, e o substituto legal do prefeito afastado.

Porém não tenho até o momento o comando do município. É preciso cumprir a ordem judicial.

Enquanto isso a população, os comerciantes e todas as pessoas envolvidas no evento estão naturalmente apreensivas e preocupadas com a Vaquejada, afinal este é um grande evento e representa uma tradição em Formosa do Rio Preto.

Quero dizer de público que não arredei o pé de Formosa, não fui para Salvador ou até mesmo Barreiras nos últimos dias.

Em momento algum fugi da responsabilidade, e não me furtarei a dar andamento na festa, tanto é verdade que estou conversando com os organizadores, já formamos uma equipe desde a semana passada e fizemos várias reuniões visando alinhar as ações para não prejudicar a Vaquejada.

Porém não posso simplesmente arrombar a Prefeitura e nem descumprir as ordens judiciais, afinal estamos em uma democracia e as ações públicas devem ser feitas dentro da lei.

O prefeito afastado afirmou para a imprensa em geral e principalmente à TV Oeste ontem à noite que não tinha sido ainda notificado. Horas depois soltou nota à imprensa "esclarecendo à população local que, desde a manhã de ontem, se acha formalmente cientificado do seu afastamento do cargo de prefeito".

Ou seja, ele mesmo desfez a sua versão contada anteriormente.

Na verdade o prefeito tinha uma estratégia de tentar reverter a decisão judicial até ontem e nós entendemos que isso é um direito dele, porém isso não aconteceu (pelo menos não temos conhecimento). Dai o próprio modificou as informações, agora em nota oficial com a conotação ofensiva de que a oposição é burra e incompetente.

Lamentamos esta postura, porque os interesses do município não foram levados em consideração.

Mas se o prefeito Jabes quiser resolver a questão estou à disposição para reunir com ele ou alguém por ele nomeado para transmitir as informações pois a nossa intenção é cumprir com toda a programação e com todos os contratos.

Enfim, no que diz respeito à Vaquejada, tenho certeza que não vai ser cancelada. Nossa equipe, juntamente com as pessoas que já estavam trabalhando no evento, vai fazer todo o possível para que nada seja prejudicado.

Preocupa-nos também a área de saúde, pois sabemos que em período de vaquejada sempre houve uma preparação especial. Não sabemos até o momento como andam os estoques de remédios de emergência, as ambulâncias e a escala de trabalho dos profissionais.

Também no que diz respeito à segurança já estivemos com o comando da PM em Formosa e fomos informados que haverá uma otimização do contingente local, inclusive com viaturas novas. Esta programação precisa ser implementada sem demoras.

Portanto, é necessário resolver o impasse sem acusações e nem ofensas.

Eu e minha equipe estamos prontos, vamos contar com as equipes já existentes e vamos fazer a grande festa. Afinal, a vaquejada não é do prefeito nem do vice, é um patrimônio cultural e esportivo do povo formosense.

 

Gerson José Bonfantti

Vice-prefeito em exercício

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Barreiras recebe concerto do Madrigal da Ufba de presente

Postado às 02:53 hs

Madrigal da Ufba

A quinta-feira (26) será de comemorações e muita música na Praça Landulpho Alves, em Barreiras. Em homenagem ao aniversário de 125 anos do município, o madrigal da Universidade Federal da Bahia (Ufba) fará concerto aberto à comunidade a partir das 20h30.

A apresentação terá duração de mais de uma hora e contará com 20 peças de canto à capela com acompanhamento de piano. São músicas noS estiloS Barroco, Clássico, Romântico, Moderno, Folclórico e Popular, o concerto será conduzido por 25 integrantes, entre sopranos, tenores, contraltos e baixos, sob a regência do maestro José Maurício Brandão e o acompanhamento da pianista Elisama Santos.

A vinda do Madrigal da Ufba para Barreiras é uma realização da prefeitura e da Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob).

Grupo O Madrigal é um grupo vocal profissional, fundado em 1954 pelo maestro H. J. Koellreuter. Devido à sua atuação, é considerado um dos melhores grupos vocais do Brasil. Em setembro de 1965, representou o Brasil no I Festival Internacional de Corais Universitários no Lincoln Center for the Performing Arts, em Nova York, onde foi considerado pela crítica como um dos três melhores grupos participantes.

O grupo constitui um importante núcleo de extensão, veículo de comunicação cultural entre a UFBA e a comunidade. Tem um grande acervo, de importância cultural e histórica. Em 62 anos de existência, protagonizou mais de 3 mil apresentações, sendo dirigido por inúmeros maestros, dentre eles: Ernst Widmer, Afrânio Lacerda, Georg Bird, Graham Griffts, Lindembergue Cardoso, Pino Onnis, Erick M. Vasconcelos, Paulo Novaes, Valmir Barbosa, José Maurício Brandão, Zobeida Prestes e Leandro Gazineo.

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Parabéns, Barreiras!

Postado às 02:42 hs

ZITO---Aniversario-Barreiras

CONVITE

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Nota pública do prefeito eleito de Formosa do Rio Preto, Jabes Júnior

Postado às 02:36 hs

O prefeito eleito de Formosa do Rio Preto, Jabes Lustosa Nogueira Junior, vem a público, manifestar-se sobre a realização da tradicional festa de vaquejada da cidade, em face das recentes publicações de notas em redes sociais e blogs pelas pessoas do vice-prefeito Gérson Bonfanti e dos candidatos derrotados nas últimas eleições Bira Lisboa e Termosires Neto, membros da chamada oposição ao nosso governo, esclarecendo à população local que, desde a manhã de ontem, 24, se acha formalmente cientificado do seu afastamento do cargo de prefeito, por força de liminar em agravo interposto por essa mesma oposição, deferida por desembargador integrante da Câmara Cível do Extremo Oeste, não podendo desde ontem, portanto, praticar qualquer ato de gestão frente à prefeitura municipal, sendo uma deslavada mentira a afirmação de que cabe a ele, atual prefeito afastado, a responsabilidade pela realização da festa, muito pelo contrário, em não se realizando a culpa efetivamente é dessa mesma oposição que desmedida e sem qualquer limite na sua fúria por obter o poder pelo poder, apesar de derrotada nas urnas, e acabou com sua medida irresponsável comprometendo a economia do município, prejudicando a população, os barraqueiros e penalizando a municipalidade ora sujeita a multas contratuais pela não realização do evento.

Ciente como está da dita decisão não poderia o prefeito autorizar pagamentos ou mesmo dar qualquer comando relativo a Festa da Vaquejada e por isso mesmo, não se pode lhe atribuir essa culpa, quando a incompetência da oposição em verificar o cumprimento da decisão judicial é que fez com que não providenciasse realizar o evento, e agora, com repartições fechadas, recesso forense em curso, bancos sem expediente, procura-se vir a público com inverdades acusando o prefeito afastado, quando apenas por sua culpa é que a festa ora não se realiza.

À oposição caberia diligenciar e verificar que o prefeito afastado já está notificado da decisão ao dar-se por cientificado perante o órgão judiciário, ainda mais que foi a decisão também publicada no Diário do Poder Judiciário, publicação de terça - feira. Se lhe faltou competência e inteligência para fazer essa constatação e assumir a prefeitura e a festa ao longo dos dias úteis de ontem e de hoje, a culpa não é do prefeito, só não podendo esse mesmo prefeito afastado desobedecer à ordem judicial para assumir pagamentos e responsabilidades sem estar em exercício como quer lhe impor a oposição para dar azo a irregularidade.

O prefeito eleito fez tudo para a realização da festa, deixou praticamente tudo pronto, havendo recursos da ordem de R$ 2.351.490,80 nas contas para os pagamentos de bandas, despesas, folha de pagamento dos funcionários públicos e outros compromissos do município, quando da publicação da decisão se encontrava fora da cidade cumprindo agenda em Salvador com encontros com os deputados Sérgio Brito, Marcelo Nilo e o Senador Otto Alencar, e tem buscado ao longo desses últimos dias reverter a decisão judicial, para retomar a direção do evento, e confia que a Justiça prevalecerá, com o reconhecimento da desnecessidade de qualquer medida de afastamento.

Formosa do Rio Preto, 25 de março de 2016

Jabes Lustosa Nogueira Junior

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