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Luís Eduardo Magalhães aparece entre os municípios baianos com as menores taxas de analfabetismo entre pessoas de 15 anos ou mais. Segundo dados do Censo 2022 destacados em levantamento recente, LEM registra taxa de 4,7%, ocupando a quarta posição no estado.

O município fica atrás apenas de Salvador (3,5%), Lauro de Freitas (3,7%) e Madre de Deus (4,4%). Feira de Santana, tema principal do levantamento, aparece na oitava posição, com 6,6%.

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9) aponta Rui Costa (PT) na liderança da corrida pelo Senado na Bahia, com 26%. Jaques Wagner aparece com 19%, João Roma com 17% e Angelo Coronel com 15%.

Foram entrevistados 1.600 eleitores entre 4 e 8 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BA-01568/2026.

A 24ª edição da Olimpíada Intercolegial de Luís Eduardo Magalhães (OILEM) começa nesta quinta-feira (10), reunindo cerca de 8 mil estudantes de 44 escolas das redes municipal, estadual e particular. A competição contará com 17 modalidades esportivas.

A abertura oficial está marcada para as 18h30, no Ginásio de Esportes José Queiroz Barreto Neto, no Jardim Imperial.

A Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) está com 18 vagas abertas para o mestrado em Matemática, no campus de Barreiras. As inscrições para o processo seletivo seguem até o dia 21 de setembro.

A oportunidade é voltada a quem deseja aprofundar a formação acadêmica na área e ingressar na pós-graduação stricto sensu.

Em sabatina à Jovem Pan, na manhã desta terça-feira, 8, o candidato a deputado federal Zito Barbosa tentou se descolar do governo do prefeito Otoniel Teixeira. Reconheceu a má avaliação da gestão e atribuiu os problemas, principalmente, à suposta incapacidade de diálogo do atual gestor de Barreiras com a Câmara de Vereadores. Mais do que uma análise, porém, a fala revela uma estratégia política bastante conveniente.

Ao não fazer qualquer mea-culpa pela escolha de Otoniel como seu sucessor, Zito parece querer deixar o próprio escolhido entregue às cobras. A estratégia é clara: preservar sua imagem, conquistar votos para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026 e, ao mesmo tempo, preparar o terreno para um eventual retorno à Prefeitura de Barreiras em 2028.

Há, porém, uma contradição evidente. Zito negociou pessoalmente com a atual Câmara de Vereadores a aprovação de mais um empréstimo para o município. Não conseguiu. Agora, tenta atribuir exclusivamente a Otoniel os problemas de relacionamento entre Executivo e Legislativo.

É a velha prática da terceirização da culpa. Quando a gestão colhe resultados positivos, Zito se apresenta como protagonista. Quando surgem problemas, procura um culpado ao seu redor. Desta vez, o alvo é justamente quem ele próprio escolheu e apontou como o melhor.

A realidade de Barreiras é mais complexa. A situação atual não pode ser analisada ignorando o cenário deixado pela administração Zito Barbosa: dívidas, compromissos assumidos e uma estrutura política na qual Otoniel jamais teve plena autonomia para exercer a liderança que o cargo exigia.

Otoniel não deixou de ser líder simplesmente porque não quis. A questão é que, durante seu mandato, nunca conseguiu ocupar plenamente esse espaço. Zito continua exercendo forte influência sobre decisões políticas e administrativas, mantendo-se como uma espécie de eminência parda do governo.

Na prática, Zito não deixou completamente a Prefeitura. Contratos, nomeações, exonerações, articulações políticas e interlocução com setores influentes continuavam na sua órbita de poder.

Otoniel ficou com a caneta, mas sem o poder político necessário para utilizá-la livremente.

Por isso, tentar agora apresentar Otoniel como o único responsável pelo fracasso da gestão é uma leitura conveniente demais para ser considerada completa. Se Otoniel foi uma escolha errada, Zito precisa assumir sua parcela de responsabilidade. Se o governo tem problemas, Zito precisa explicar quais são eles. E, se havia uma estrutura de poder paralela, também precisa responder por ela.

Não é possível ser pai político de uma escolha quando ela dá certo e apenas espectador quando dá errado.

Zito pode até tentar se descolar de Otoniel. Mas, politicamente, existe uma pergunta da qual ele não conseguirá fugir: quem escolheu Otoniel para governar Barreiras?

A resposta é conhecida. E é justamente por isso que a tentativa de terceirizar a culpa pode revelar mais sobre os planos de Zito para 2026 e 2028 do que sobre os problemas atuais da Prefeitura.

O Festival Anual Expansionismo reuniu participantes em Alagoinhas em uma programação dedicada à capoeira, valorizando a cultura e a inclusão social.

A iniciativa reforça a importância da capoeira como manifestação cultural e como ferramenta de integração, proporcionando um espaço de convivência e valorização da tradição.