Barco da LeveFort transporta 60 passageiros 

A Prefeitura de Barreiras apresentou na última semana, em audiência pública na Câmara de Vereadores, o Plano de Mobilidade Urbana para cidade.

O projeto, elaborado pela Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências (Fundatec), de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, usou como base o Plano Diretor Urbano (PDU), construído nas últimas gestões, e incluiu novas propostas.

O estudo adicionou mais elementos aos esforços já conhecidos no sentido de mitigar o caos do trânsito de Barreiras.

As propostas de adequação da Capitão Manoel Miranda e José Bonifácio, a meu ver, são as grandes e positivas novidades.

Mas a preferência pelo transporte individualizado em detrimento do transporte coletivo, ficou evidente na apresentação.

O fato de propor a abertura de novas artérias viárias por si só, talvez, não resolva o principal problema de mobilidade da cidade, que diz respeito à locomoção da maior parte da população, que usa o ônibus diariamente para ir ao trabalho, escola, compras, lazer e etc.

Quem sabe seria oportuno incluir na discussão, além do todo o debate acerca da modernização do sistema de mobilidade, dois importantes temas: a implementação da gratuidade da tarifa, como fez recentemente a cidade de Caucaia, no Ceará, e a utilização da calha do Rio Grande para o transporte coletivo fluvial, o que já existe em vários cantos do país.

 

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