A sétima edição da Corrida do Algodão transformou o fim de semana em Luís Eduardo Magalhães em um verdadeiro festival de esporte, saúde e celebração do desenvolvimento agrícola no Oeste da Bahia. Realizado pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), o evento bateu recordes de público e inscritos, reunindo cerca de duas mil pessoas vindas de 16 estados e até do exterior.

Cerca de seis mil pessoas prestigiaram as provas realizadas na Praça do Avião, enquanto mais de 700 profissionais atuaram diretamente na organização, garantindo a segurança, estrutura e suporte logístico. A edição 2025 também inovou ao introduzir um novo percurso de 25 quilômetros, em homenagem aos 25 anos de fundação da Abapa.

O circuito urbano incluiu trechos simbólicos que remetem à importância da cotonicultura na região, valorizando a integração entre produção agrícola, bem-estar social e promoção da saúde.

A corrida deste ano também reforçou sua proposta inclusiva. Atletas com deficiência marcaram presença em diferentes categorias, demonstrando superação e inspiração. As provas infantis, com participação de crianças a partir dos cinco anos, revelaram o incentivo ao esporte desde cedo, envolvendo toda a comunidade em uma atmosfera de celebração e incentivo à qualidade de vida.

A competição atraiu nomes do cenário esportivo nacional e internacional, além de apaixonados por corrida de rua, movimentando a cidade e destacando o potencial de Luís Eduardo Magalhães como polo esportivo. A estrutura do evento, elogiada por atletas, contou com organização eficiente e serviços de apoio diferenciados, como banheiros climatizados e pontos de hidratação ao longo do percurso.

Além das provas, o encerramento contou com show gratuito da banda baiana Sambaiana, comandada por Ju Moraes. O espetáculo uniu música e confraternização, reforçando o caráter cultural da Corrida do Algodão como um evento para toda a família.

A Corrida do Algodão 2025 consolidou-se como uma das maiores competições do gênero na Bahia e segue contribuindo para a promoção da saúde, inclusão social e valorização da cadeia produtiva do algodão, que é essencial para a economia da região Oeste.

Comente a postagem

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também