A Bahia deu um passo importante para impulsionar o desenvolvimento econômico com a regularização fundiária de dez polos industriais. A medida promete ampliar a segurança jurídica, atrair investimentos e modernizar a infraestrutura produtiva em várias regiões do estado.

O projeto, conduzido pelo Tribunal de Justiça da Bahia em articulação com o Núcleo de Regularização Fundiária (NUREF) e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), terá Barreiras e Luís Eduardo Magalhães como destaques na primeira etapa, devido à relevância estratégica na economia do Oeste baiano.

Em Barreiras, o Distrito Industrial (ADIB) ocupa 1.167.500 m² e concentra empresas de setores variados, com grande potencial de expansão. A regularização da área deve favorecer a instalação de novos empreendimentos e fortalecer a indústria já existente.

Já em Luís Eduardo Magalhães, o Centro Industrial do Cerrado (CIC) possui 290.000 m², abriga cerca de 72 indústrias e gera mais de 2.100 empregos diretos, reforçando o papel da cidade como polo industrial e logístico da região.

Tanto o ADIB, em Barreiras, quanto o CIC, em Luís Eduardo Magalhães, são geridos por associações de empresas locais, modelo que garante investimentos contínuos em manutenção, conservação e infraestrutura. Essa gestão privada é considerada essencial para a eficiência administrativa e a sustentabilidade dos polos.

A experiência já mostrou resultados positivos. Em junho de 2024, a Associação das Empresas do Distrito Industrial de Barreiras renovou acordo com a SDE para manter e conservar o complexo, assegurando que os recursos arrecadados sejam reinvestidos diretamente na infraestrutura local.

A combinação entre regularização fundiária e gestão eficiente cria um ciclo de crescimento: aumenta a competitividade, atrai novos investidores e fortalece a economia regional. Para o governo, essa é a base para consolidar o potencial produtivo da Bahia, gerando mais empregos e desenvolvimento sustentável.

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