Vejam que coisa: a estadosunidense Boeing não tem os R$ 21 bilhões acordados pela compra da brasileira Embraer.

O negócio, segundo a Folha de S. Paulo, está ameaçado. A gigante da aviação estaria reavaliando o acordo.

A crise envolvendo a Boeing não tem como causador o coronavírus – a desculpa para tudo no momento. A paralisação da linha de produção do seu principal produto, o avião 737 MAX, devido a problemas que causaram dois grandes acidentes, deixando 346 mortos, fez o patrimônio da indústria derreter.

As ações da Boeing despencaram 62% desde janeiro deste ano, e a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) estima que 2020 terá uma queda de até 30% na média no número de passageiros.

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