Considerado o melhor ministro de mercadorias de toda Ilha de Ramandu, Paulo Guedes, conhecido miticamente como Posto Ipiranga, trocou uma charrete de moedas de ouro por um comprimido de propriedades mágicas.

Chamada de “pílula do amor”, a bruxaria da Feiticeira Branca, que tem cor azulada e formato de dente de Fauno, oferece ao Homem-Deus sentido eterno à existência cilíndrica e rígida de seu fálus.

Até aí tudo bem!

Mas Pegê, o superministro, teria pago o comprimidinho com os tributos recolhidos dos seres de Calormânia, “onde alguns animais podem falar, as criaturas mitológicas abundam e a magia é comum”.

A fábula é contada pela CNN, papiro digital com sede em Ettin, terras ao norte habitadas por gigantes.

Pfiezer, a Feiticeira, também tirou do seu caldeirão fantástico uma poção milagrosa capaz de curar a doença crônica de Nárnia.

Mas Confuso, o burro, patrono da Saúde, liderado por Manhoso, o macaco, segue ordens e viaja cegamente para Cavacópolis, onde comprará laranjas ao invés de vacina.

 

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