A partir de agora a empresa BioBrasil poderá comercializar mudas de cacau certificadas em toda a região Oeste. A entrega do certificado de Registro de Comerciante de Vegetais e seus Produtos, Subprodutos, Resíduos e Insumos Agrícolas à empresa aconteceu durante a Assembleia Geral da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e do Instituto Aiba (Iaiba), ocorrido na última segunda-feira (28).

Será a primeira biofábrica voltada para o segmento de cacau no cerrado baiano e a entrega do certificado foi feita pelo secretário de Agricultura, João Carlos Oliveira e pelo diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Oziel Oliveira, ao presidente da Biobrasil, Moisés Schimidt.

Durante a assembleia, também foram ressaltadas ações institucionais, a exemplo da agenda para novos e atuais projetos, apresentação dos resultados de ações já realizadas, os preparativos para a 16ª edição da Bahia Farm Show, o cronograma da Operação Safra; programas desenvolvidos pelo Núcleo de Sustentabilidade; e projetos relacionados à Infraestrutura, que compreendem a construção e a manutenção de estradas e pontes em áreas produtivas.

“Nossa defesa agropecuária tem crescido e vem fortalecendo o segmento a cada ano. Nessa gestão, tivemos grandes avanços e esse certificado é prova disto”, destacou o secretário de Agricultura, João Carlos Oliveira que tem uma intensa programação no Oeste da Bahia esta semana.

Para o diretor geral da Adab, Oziel Oliveira, a Agência tem seu papel institucional, mas no tocante à defesa, é preciso acompanhar o desenvolvimento das áreas de atuação.

“Uma boa administração pública se faz respondendo às principais demandas do setor e se aproximando dos produtores para oferecer um serviço de qualidade”, completou o diretor da Adab que entregou à diretoria da entidade rural anfitriã, o certificado de Registro de Comerciante de Vegetais e seus Produtos, Subprodutos, Resíduos e Insumos Agrícolas, que fortalece a produção de mudas de cacau aclimatadas e adaptadas às condições da região Oeste.

“O agronegócio no Oeste já tem o perfil da tecnificação, da pesquisa e da qualidade da produção. Tudo isso é fruto de muito esforço para implementar a melhor tecnologia no campo. E, se já estamos produzindo cacau no Oeste da Bahia, precisamos fortalecer a cadeia produtiva, englobando desde as mudas, até o fruto colhido no cerrado”, finalizou o presidente da BioBrasil, Moisés Schimidt.

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