O fazendeiro Francesco Canepelle, a empresa C-Vale e um piloto agrícola foram condenados de forma inédita pela Justiça Federal do Mato Grosso do Sul a pagarem conjuntamente R$ 150 mil à comunidade indígena Tey Jusu, da etnia guarani kaiowá. Em 2015, os indígenas receberam uma chuva do agrotóxico Nativo, da Bayer, aplicado por um avião que pulverizava o fungicida em uma plantação de milho. Crianças e adultos foram intoxicados, sofreram dores de cabeça e de garganta, diarreia e febre. “Eu e toda minha família estávamos junto na hora. O filho do meu cunhado passou mal, intoxicado com veneno, teve que levar pro hospital”, conta Naldo Damiel, de 55 anos, membro e porta-voz da comunidade Tey Jusu, localizada em Caarapó, no Mato Grosso do Sul. Os indígenas filmaram a pulverização e no vídeo, levado ao Ministério Público Federal, foi possível ler o prefixo da aeronave. Em pouco mais de quatro anos na região, os indígenas construíram plantações de mandioca, milho, feijão, amendoim, batata doce e abóbora. Leia a reportagem completa de Pedro Grigori, Agência Pública/Repórter Brasil.
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