Com a expectativa cada vez maior do mercado de que a reforma da Previdência seja aprovada aumenta a procura por aplicações em previdência privada.

“Isso porque leva investidores que já têm a proteção a realizarem a portabilidade dos recursos para produtos mais rentáveis, enquanto obriga quem não tem a aplicação a começar a pensar nessa alternativa em um cenário no qual irá se aposentar mais tarde e, provavelmente, sem recursos suficientes para manter a sua atual qualidade de vida caso dependa exclusivamente da aposentadoria pública”, escreve a jornalista Marília Almeida, da revista Exame.

Um estudo da consultoria Economatica mostra, segue a jornalista, que “o valor investido em fundos de previdência privada passou de 94 bilhões de reais para 852 bilhões de reais nos últimos 12 anos”.

Para atender esse aplicador que tem renda menor, a seguradora criou um fundo que permite contribuições mensais a partir de 100 reais, o “Fácil”. O fundo tem como foco clientes com renda entre 2 mil reais e 8 mil reais e objetivo de usar os recursos no longo prazo – após dez ou mais anos de acumulação. O número de contratações de planos dessa natureza cresceu 40%, aponta a Exame.

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