
O avanço do primeiro leilão nacional voltado para sistemas de armazenamento de energia em baterias trouxe uma discussão importante para o setor elétrico brasileiro. Especialistas alertam que a manutenção da alíquota de importação de 70% sobre equipamentos pode aumentar custos, reduzir investimentos e acabar refletindo na conta de luz dos consumidores.
O Brasil regulamentou recentemente o uso de sistemas de armazenamento de energia e prepara seu primeiro leilão específico para a contratação dessas tecnologias. A expectativa é que o segmento movimente bilhões de reais nos próximos anos, impulsionando a modernização da infraestrutura energética nacional.
No entanto, representantes do setor argumentam que a elevada tributação sobre baterias importadas pode comprometer a competitividade dos projetos e elevar os custos das futuras operações. Segundo análises do mercado, o encarecimento dos equipamentos tende a ser repassado ao preço final da energia.
O debate ocorre em meio ao crescimento da demanda por soluções de armazenamento energético, consideradas fundamentais para ampliar a eficiência do sistema elétrico brasileiro e apoiar a expansão das fontes renováveis.
